sábado, 24 de julho de 2010

Ressurgindo das cinzas




Clássico sempre gera uma emoção diferente. A vitória é mais saborosa, à proporção que o insucesso é mais amargo.

O filme parece meio repetido, e isso é bom. Ainda não descobri o porquê, mas o Botafogo vai bem quando é colocado como azarão e paga mico quando é favorito.

Do lado colorido, a euforia tem nome: a permanência do Muricy. Serelepes pela liderança conquistada, vem cheios de pompa, querendo fazer festa na nossa casa.

E daí? Alguém aí tem medo disso tudo?

O Glorioso, o meu Glorioso, tem a superação como sobrenome. Quando tudo está perdido, a Estrela Solitária brilha mais forte. Amanhã, mesmo com todos os problemas conhecidos, dissecados e reclamados, confio no resultado favorável.

Se você ainda desconfia, pelo menos encare como o último jogo de uma era, já que no próximo domingo Maicosuel, Marcelo Mattos, Elizeu e (oremos) Loco Abreu devem estrear.

Nunca é demais lembrar: o Botafogo tem a capacidade de se reerguer quando ninguém acredita.

Saudações Alvinegras.

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